preços elevados devem estimular aumento da área nos próximos anos

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Na segunda-feira passada, 15, o preço do milho no indicador Cepea atingiu a máxima histórica de R$ 93,85 em Campinas. No acumulado do ano, o indicador já registra crescimento de 19,33%. Em 12 meses, os preços tiveram valorização de 61,91%.

O analista da Tf Agroeconômica, Luiz Pacheco, afirma que o principal motivo para a alta do milho é a demanda chinesa. “Os preços subiram como todos os commodities de grão e isso por causa da grande demanda chinesa por carne”, afirma.

Apesar de os preços apresentarem patamares inéditos, o analista acredita que há espaço para subir mais ainda. “O preço do milho subiu antes do que a gente esperava então ainda temos 3 meses de alta”, garante.

E não é apenas os preços que tendem a se manterem elevados. De acordo com Pacheco, a área de produção do grão também deve aumentar. “Certamente esses preços vão fazer a área subir e podem refletir nos próximos 4 anos. O Brasil tem o dinheiro, tecnologia, estrutura e os portos necessários para aumentar a produção”, completa.

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