Pazuello defende o uso de máscaras e medicamentos ‘off label’ em coletiva

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Eduardo Pazuello, atual ministro da Saúde, deu entrevista coletiva nesta segunda-feira (15) para atualizar ações do governo contra a pandemia. O ministro defendeu uso de máscara e “distanciamento de segurança” contra covid-19.

Ao apresentar dados de vacinação, Pazuello disse que “hoje o Brasil pode se orgulhar”. “Somos o quinto país do mundo em distribuição de vacinas”, afirmou.

Foto: Reprodução/Coletiva

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O ministro apontou três vias para o combate da covid-19: a disponibilização de leitos, vacinação em massa e uso de medicamentos de forma ‘off label’ contra a doença.”O SUS (Sistema Único de Saúde) não colapsou em 2020 e será colocado à prova em 2021″, completou Pazuello.

Além disso, Pazuello afirmou que o processo de compras das vacinas Sputinik, da Pfizer e da Janssen já foi concluído. Assim, a pasta anuncia que já foram contratadas mais de 560 milhões de doses de vacinas contra coronavírus.

Medicamentos ‘off label’

O uso de medicamentos de forma ‘off label’ significa a utilização medicações que não tem indicação científica para o tratamento. O governo Bolsonaro tem histórico de apoio ao tratamento precoce com a cloroquina, que já foi cientificamente comprovada ineficaz nos casos de coronavírus.

Substituição na pasta

Enquanto a coletiva de Pazuello ocorria, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) se reunia com o médico Marcelo Queiroga, cotado para assumir a pasta.

Mais cedo, a médica Ludhmila Hajjar havia recusado o comando do ministério por razões técnicas.

Ambos são defensores do isolamento social no combate contra a doença e já se posicionaram contra o tratamento precoce com cloroquina defendido pelo governo Bolsonaro.

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