Na quase despedida de Neymar, o City ignora o PSG e vai à final da LC – Prisma





Complicação de última hora na renovação dos contratos de Mbappé e de Neymar com o PSG . Uma bomba? Bem, a divulgação da notícia, na véspera do prélio do clube da França contra o Manchester City pelas semifinais da Liga dos Campeões, a “Champions” da Europa, não chegou a abalar a confiança dos fãs dos atletas e dos torcedores do clube da França. Sobre as incertezas, pairava altaneira a afirmação do brasileiro Leonardo Nascimento de Araújo, ex-craque campeão do mundo na Copa dos EUA/1994 e agora Diretor Esportivo dos “Parisiens”, para quem tudo “será resolvido, adequadamente, em mais algum tempo”. Infortúnio, o time da Inglaterra venceu o jogo por 2 X 0.


Agora, pelo título da temporada de 2020/2021, no dia 29 de Maio, no Ataturk Olympic de Istambul, na Turquia, os “Citizens” se defrontarão com o ganhador de Chelsea X Real Madrid, num combate programado para esta quarta-feira, 5, em Stamford Bridge, Londres, Inglaterra. O City jamais arrebatou o troféu da “Champions”. O Real levou a taça em 13 ocasiões. O Chelsea foi o melhor uma única vez. Só em duas edições da LC, no passado, ocorreu uma final integralmente britânica. Em 2007/2008, Manchester United X Chelsea, 1 X 1 e daí 6 X 5 na loteria dos penais. Em 2018/2019, o Liverpool da Terra dos Beatles superou o Tottenham Hotspur de Londres, tranquilamente, 2 X 0.




Eis a ficha técnica e a síntese do combate:


MANCHESTER CITY 2 X 0 PSG

Manchester, Inglaterra, Etihad Stadium

Árbitro: Bjorn Kuipers (Neerlândia)

Gols: Mahrez/2

Na ida: PSG 1 X 2 Manchester City

Paris, França, Parc des Princes

Árbitro: Felix Brych (Alemanha)

Gols: Marquinhos X De Bruyne, Mahrez


Uma nevasca inesperada e cruel, que obrigou meia-dúzia de funcionários do Etihad à varredura do gramado, Sem Mbappé, com dores numa panturrilha, poupado no banco de reservas, por cerca de 10’ Neymar & Cia. atestaram que a sua disposição de vencer permanecia intacta apesar de toda a confusão gerada nos dias anteriores. O PSG inclusive saboreou a ilusão de sair à frente quando uma bola alçada por Diallo resvalou no ombro de Zinchenko e o mediador Kuipers, precipitado, apontou um pênalti que a precisa intervenção do VAR imediatamente corrigiu.


Logo na sequência o arqueiro Ederson, num lançamento espetacular, encontrou Zinchenko escapulido no flanco esquerdo. O ala ucraniano correu até a linha de fundo e tocou, atrás, para o arremate de De Bruyne. O chute do belga acertou em Verratti e, ao invés de aliviar o PSG, a pelota sobrou para Mahrez, no lado direito do ataque dos “Citizens”. O argentino bateu cruzado, sem chance para Kaylor Navas, o bom arqueiro costarriquenho que havia falhado nos dois tentos do City em Paris, 1 X 0. E o PSG passou a necessitar de dois tentos para levar o jogo a uma prorrogação, de três para prosseguir diretamente à final.


Uma tarefa quase impossível diante de um elenco invicto após onze pelejas, com dez vitórias e um empate, e que, até a porfia desta terça-feira, meramente havia concedido quatro gols. Na etapa derradeira, Pep Guardiola, na caça do seu primeiro título internacional desde 2011, montou uma sólida e consciente muralha azul-celeste diante das investidas atabalhoadas do azul-marinho do PSG. Icardi, o substituto de Mbappé, estático, basicamente um inútil, dava mais do que saudades do titular. Tanto que, aos 62’, Mauricio Pochettino o trocou pelo arisco Moise Kean, e ainda colocou um avante, Draxler, na posição do volante Ander Herrera. Durariam só 90” a suas esperanças vãs.


Dentro dos 63’, depois de um passe equivocadíssimo de Florenzi, o inesperado Zinchenko, na pugna de antologia da sua carreira, puxou um outro contragolpe com Foden, que disparou pela esquerda e tabelou com De Bruyne que colocou Mahrez diante da meta escancarada do PSG, 2 X 0, o seu terceiro gol nas semis. Subitamente os gauleses à procura de quatro “buts” para se qualificarem. Explodiu o descontrole em seu elenco. E aos 69’, depois de calçar Fernandinho de maneira intempestiva, Di Maria mereceu o cartão vermelho. Com dez homens no gramado, agora livre dos resquícios da nevasca, terminaria pateticamente, desenxabida, a quase certa despedida de Neymar do PSG.


Balanço: 5jog = 0PSG/2emp/3MC – 3g PSG X 7g MC




Dia 5 de Maio, quarta-feira

CHELSEA X REAL MADRID

Londres, Inglaterra, Stamford Bridge

Árbitro: Daniele Orsato (Itália)

Na ida: Real Madrid 1 X 1 Chelsea

Madrid, Espanha, Estàdio Alfredo Di Stéfano

Árbitro: Danny Makkelie (Neerlândia)

Gols: Benzema X Pulisic

Aos Blues, basta o 0 X 0 original para se qualificarem à decisão. O empate de 1 X 1 levará o duelo à prorrogação e, eventualmente, à loteria dos penais. Aos “Merengues”, vale qualquer igualdade por dois ou mais tentos. E, claro, óbvio, quem vencer estará em Istambul

Balanço: 4jog = 0RM/2emp/2Ch – 3g RM X 5g Ch


Esta, da temporada de 2020/2021, é a 66ª edição da LC, a 29ª desde que, em 1992/1993, trocou o nome original de Copa dos Campeões para Liga dos Campeões. Principiou com 79 equipes de 54 das suas 55 afiliadas. A exclusiva exceção: Liechtenstein, cujos times disputam os torneios da Suíça. Curiosamente, as Ilhas Far Oer e Gibraltar, que integram a Dinamarca e a Inglaterra, já dispõem das suas próprias federações. Desde o seu começo, 8 de Agosto de 2020, ostentou 51 mata-matas de eliminatórias e mais 96 combates do Grupo A até o H, os 16 jogos das oitavas de final, os oito das quartas e três das semifinais, num total de 173 prélios e 503 gols, média de 2,92. Público? Aqui e ali a pandemia permitiu ousadias e 165.939 espectadores viram os duelos. Média insignificante, 1.360 fanáticos.



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