Ministério Público investiga Marinha no Rio de Janeiro após denúncias de aglomerações e falta de medidas contra a covid-19

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O Ministério Público Federal (MPF) investiga uma base da Marinha no Rio de Janeiro após denúncias de possíveis aglomerações e de descumprimento de protocolos sanitários.

Militares do Centro de Instrução Almirante Alexandrino (CIAA), unidade da Marinha responsável pela formação de cabos e sargentos, relataram que o quartel tem desrespeitado as medidas de proteção contra o contágio da Covid-19.

Marinha Brasileira; Foto: Agência Brasil/Divulgação

A Marinha nega e diz que segue medidas de distanciamento social e todos os protocolos divulgados pela Organização Mundial de Saúde.

Segundo um dos militares que não gostaria de ser identificado, não há aferição de temperatura na entrada, não é oferecido álcool em gel para os alunos e reclamações são contidas com ameaça de punição.

A denúncia chegou ao Ministério Público Federal, que pediu explicações do comandante da unidade da Marinha, o contra-almirante Alexander Reis Leite.

“No âmbito desta Organização Militar foram elaborados memorandos, onde contêm as informações sobre o retorno das aulas com os protocolos a serem adotados contra a Covid-19. Adicionalmente, houve a implementação de regras a serem cumpridas pelos militares do comando do corpo de alunos e pelo próprio corpo de alunos, em função de medidas de enfrentamento adotadas”, disse o contra-almirante em defesa da Marinha.

Em sua resposta ao MPF, o comandante afirmou que os marinheiros são obrigados a utilizar máscaras de proteção e que eles fazem a medição de temperatura, disponibilizam álcool em gel, fazem desinfecções de espaços comuns e mantém uma regra de distanciamento de um a dois metros uns dos outros a fim de evitar aglomerações.

Segundo a base no RJ, em 2021, foram realizados 4.052 testes de Covid, sendo 207 deles  resultados positivos para a doença, e que “todos foram imediatamente afastados de suas atividades por, pelo menos, dez dias, orientados e medicados conforme a necessidade do quadro clínico”.

Imagens, porém, feitas na unidade e enviadas por estudantes militares mostram alojamentos lotados, militares sem máscara de proteção e pouco distanciamento.

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