Hypera divulga resultados sólidos, veja o que dizem os analistas Por Investing.com

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© Reuters.

Por Ana Julia Mezzadri

Investing.com – A farmacêutica Hypera (SA:) divulgou sólidos para o quarto trimestre de 2020, superando os números do mesmo período do ano anterior e, no geral, as expectativas do mercado.

Depois da divulgação, a ação da companhia recebeu recomendações de Compra do BTG Pactual e da Mirae Asset e recomendação Neutra do Goldman Sachs, com preços-alvo de, respectivamente, R$ 42, R$ 38,92 e R$ 34.

O resultado foi bem recebido pelo mercado. “No geral, a Hypera registrou resultados resilientes. Apesar de preocupações com a margem por causa da expansão de genéricos e medicamentos isentos de prescrição, vemos um momento de melhora para a Hypera após os efeitos negativos da Covid-19”, resume o BTG.

O banco destaca ainda, para basear sua recomendação de Compra, a aquisição recente de Buscopan e Buscofem e do portfólio de medicamentos da Takeda e o valuation atrativo.

A Mirae segue a mesma linha: “No geral, o resultado ficou acima da expectativa e a empresa continua se movimentando/consolidando para firmar sua liderança no mercado.”

O papel fechou as negociações desta segunda-feira (1) em baixa de 4,06%, a R$ 31,45, apesar da alta do , que terminou o dia subindo 0,27%, aos 110.335 pontos. Desde a abertura, a ação registrou R$ 31,27 na mínima e R$ 33,19 na máxima, com R$ 163,82 milhões em volume negociado. 

Entre os destaques do balanço da Hypera estão as vendas, que cresceram 14,6% ano a ano no trimestre, depois de uma queda de 1,6% no segundo trimestre e de uma alta de 7,5% no 3T20. O número ficou 1,5 ponto percentual acima do consenso do mercado. Os principais motivos, segundo o BTG, são a recuperação no segmento de dermocosméticos e a forte expansão em genéricos e vitaminas.

A receita líquida ficou em R$ 1,135 milhão, em linha com a expectativa do BTG Pactual e 1% acima da projeção do Goldman. O número representa alta de 22% na comparação anual, favorecido pelas fortes vendas da recém adquirida família de produtos Buscopan e pela recuperação do tráfego nas lojas com a flexibilização das medidas de isolamento social.

A margem bruta atingiu 31,7%, alta de 210 pontos base ano a ano. O número, porém ficou 30 pontos base abaixo da projeção do BTG, mas em linha com a expectativa do Goldman Sachs. O principal fator de pressão aqui é a fraqueza do real contra o dólar, que impacta o custo.

O Ebitda registrou alta de 56% em relação ao quarto trimestre de 2019, a R$ 349 milhões, resultado de vendas resilientes e menores despesas gerais e administrativas e com marketing e vendas. O número ficou 6% acima da projeção do BTG Pactual e 8% acima da expectativa do Goldman. A margem Ebitda ficou em 30,8%, 196 pontos base acima de projeção do GS.

O lucro líquido, por sua vez, foi de R$ 315 milhões, alta anual de 32%.

Na visão do Goldman Sachs, os principais riscos negativos para a companhia são: pressão sobre o crescimento de vendas e margens; necessidade de capital operacional devido a questões competitivas e macroeconômicas; riscos relacionados a benefícios fiscais; e riscos regulatórios, que poderiam impactar tanto produtos existentes quanto lançamentos.

Segundo o banco, por outro lado, a ação teria uma performance acima da esperada caso o volume registrasse crescimento maior do que o previsto por causa de lançamentos.

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