Google segue de olho no seu histórico da web, mas tenta ser menos invasivo | Internet

[ad_1]


O Google anunciou nesta quinta-feira (3) que deixará de mostrar anúncios com base no histórico individual de navegação dos usuários. A decisão está ligada à Privacy Sandbox, iniciativa da empresa que prevê o fim do suporte a cookies de terceiros no Chrome até 2022 para oferecer mais privacidade sem prejudicar anunciantes.

Google Chrome para iPhone (Foto: Bruno Gall De Blasi/Tecnoblog)

Google Chrome no iPhone (Imagem: Bruno Gall De Blasi/Tecnoblog)

“Hoje deixamos claro que, com a desativação gradual dos cookies de terceiros, não vamos criar identificadores alternativos para rastrear pessoas que navegam pela internet – e tampouco usaremos esse tipo de identificador em nossos produtos”, afirmou o diretor de Gestão de Produto, Privacidade e Confiança do Google Ads, David Temkin.

O executivo apontou que outros provedores de anúncios podem continuar a oferecer dados individuais, mas entende que a prática não será mantida por muito tempo por não atender às expectativas dos usuários e às restrições regulatórias. “Ou seja: essas alternativas não são um investimento sustentável a longo prazo”, diz Temkin.

A publicidade do Google usará APIs para preservar a privacidade e evitar o rastreamento individual. Uma das soluções promovidas pela empresa é o Aprendizado Federado de Coortes (FLoC, na sigla em inglês). O modelo dispensa cookies de terceiros e reúne os dados de navegação em grandes grupos de usuários com interesses em comum.

Chrome 90 terá alternativa para cookies de terceiros

Ainda segundo o Google, o Chrome 90, que será lançado ainda em março, deve iniciar os testes com a opção aos cookies de terceiros. A companhia informa que o navegador vai disponibilizar audiências baseadas em FLoC para testes abertos. Os anunciantes do Google Ads receberão o modelo no segundo trimestre.

Os planos de encerrar o suporte para cookies de terceiros fizeram o Google se tornar alvo de uma investigação antitruste no Reino Unido. A CMA, autoridade que regula o mercado no país, quer saber se a medida vai resultar em mais concentração de receita entre os produtos do Google.

Com informações: Google.

[ad_2]

Fonte Notícia