Com desemprego e fim do Auxílio Emergencial, 2,1 milhões de família buscam pelo Bolsa Família

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Por conta da alta taxa de desemprego e o fim do Auxílio Emergencial, mais de 2,1 milhões de famílias estavam na fila de espera do Bolsa Família em dezembro, segundo levantamento feito pelo Profissão Repórter da Rede Globo.

Em setembro, de acordo com os dados divulgados pela Folha de S. Paulo, o número de famílias na fila era de 999.673.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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No início deste ano, o número de famílias atendidas pelo programa era de 14.264.964, recebendo um valor médio de R$ 186,83. Esse número se mantém no mesmo patamar desde abril de 2020, quando houve o agravamento da pandemia do coronavírus.

Com o início do auxílio emergencial, o governo interrompeu a análise de pedidos para o Bolsa Família, com o argumento de que essas famílias já estariam recebendo o auxílio. A análise voltou em setembro.

Os dados são Grupo de Trabalho Vigilância Socioassistencial Nordeste/Comitê Técnico Assistência Social no Consorcio Nordeste, com base em informações do Ministério da Cidadania, da Secretaria Nacional de Renda de Cidadania (Senarc) e do sistema de Consulta, Seleção e Extração de Informações do CadÚnico (Cecad).

Bolsa Família

O Bolsa Família, criado pela Lei n° 10.836/04, é um programa de transferência direta de renda que beneficia famílias em situação de pobreza e de extrema pobreza em todo o país.

Podem fazer parte do programa as famílias com renda por pessoa de até R$ 89,00 mensais e famílias com renda por pessoa entre R$ 89,01 e R$ 178,00 mensais, que tenham crianças ou adolescentes de 0 a 17 anos.

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