Prof. João Rocha participa da assinatura do contrato de construção de 1.138 casas na Capital
Por Redação Publicado 26 de fevereiro de 2018 às 15:55hs

O presidente da Câmara Municipal de Campo Grande, vereador Prof. João Rocha, participou na manhã desta segunda-feira (26), na Governadoria, do ato de assinatura do contrato para construção de 1.138 unidades habitacionais em Campo Grande e 100 unidades em Sete Quedas. Na Capital os apartamentos serão erguidos no Aero Rancho, Santo Amaro, Jardim Inápolis e no Jardim Tarumã.

Na ocasião, a Câmara Municipal prestou uma homenagem ao Governador do Estado, Reinaldo Azambuja, com a entrega de uma moção de congratulação pelo seu empenho na redução do déficit habitacional em Campo Grande, proposta pelo vereador Papy e aprovada com unanimidade por todos os vereadores.

Para o presidente da Casa de Leis, Prof. João Rocha, Campo Grande volta respirar desenvolvimento, “Nós participamos de uma solenidade extremamente importante, humana e social, onde o cidadão campo-grandense, aquele que tem necessidade da sua moradia pode viver uma nova perspectiva, não mais uma esperança, mas uma realidade. No momento que a Prefeitura e o Governo do Estado assinam uma ordem de serviço para construção de 1.138 habitações para acolher as pessoas mais simples. Esse momento é um marco para a cidade de Campo Grande, que volta a respirar desenvolvimento e cuidado com as pessoas”, parabenizou.

De acordo com a Diretora-presidente da Agência Estadual de Habitação Popular de Mato Grosso do Sul (AGEHAB), Maria do Carmo, o Governo do Estado continua priorizando Campo Grande na área da habitação. “Hoje é um dia muito especial, porque podermos retomar uma contratação de volume para Campo Grande que não acontecia desde 2012 é uma honra. Com todas as dificuldades, o governo do estado continuou priorizando Campo Grande na área da habitação”, destacou.

Segundo o prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad, Campo Grande foi escolhida técnicamente porque apresentou todos os documentos necessários para que recebesse a construção das unidades habitacionais. “O que estão vendo hoje não são apenas segundos de aplausos, mas para chegar nesse momento há uma história, existem fatos que antecederam que, com certeza, absoluta merecem muito mais aplausos. Campo Grande não foi sorteada, Campo Grande foi escolhida técnicamente porque apresentou todos documentos necessários para que fosse recepcionada com a construção de 1.138 unidades habitacionais”, explicou.

Já o prefeito de Sete Quedas, Chico Piroli, frisou que a construção de 100 casas em Sete Quedas é um presente para a cidade. “Estamos felizes por sermos contemplados. Só quero agradecer o empenho dessa estrutura que o governo tem no Estado. Sete quedas ganha um presente, junto com Campo Grande, nos sentimos honrados”, disse.

Para o Secretário do Estado de Infraestrutura (Seinfra), Marcelo Miglioli, Mato Grosso do Sul é um exemplo ao País de como fazer e crescer em um momento de crise, “tudo isso graças à união dos poderes, de parceiros, de técnicos, que estão buscando sempre melhorias para o nosso Estado, com isso, Mato Grosso do Sul está sendo exemplo de como avançar”, frisou.

Na mesma esteira de pensamento, o superintendente da Caixa Econômica Federal em Mato Grosso do Sul, Evandro Narciso, ”de fato, este momento representa parceria e comprometimento de pessoas e autoridades”, complementou.

Segundo o governador, Reinaldo Azambuja, Mato Grosso do Sul é exemplo para o Brasil em construção de moradia popular. “Hoje anunciamos a construção de 1.138 casas em Campo Grande e 100 em Sete Quedas. Olha o exemplo que estamos dando para o Brasil, nossos projetos tiveram 85% de aprovação, isso é resultado de equipe, planejamento e trabalho, enquanto a média nacional é de 35 %, olha o resultado de uma sintonia, em que a prefeitura investe com a doação de terrenos, porque esse terreno não sai de graça, tudo tem um custo, o Governo do Estado coloca mais de 20 milhões de recursos próprio e o Governo Federal coloca mais de 100 milhões para viabilizarmos aquilo que é mais sagrado, que é poder dar uma moradia digna ao cidadão que não tem habitação”, esclareceu.