Elenco do NOVO mantém discurso de “pés no chão”, mas técnico pode escalar time com três atacantes para surpreender o Águia no Ninho
Por André Farinha Publicado 5 de abril de 2017 às 14:27hs
Técnico Bazílio, orienta os jogadores durante os treinamentos do NOVO

Temos que ter os pés no chão, mesmo porque não ganhamos nada ainda. O teor do discurso é antigo e corriqueiro no futebol brasileiro, principalmente quando os campeonatos estaduais nessa época, chegam às fase decisivas e delas, equipes que teoricamente ficariam pelo meio do caminho se sobressaem.

É o caso do NOVO, que se classificou para as quartas-de-final do Estadual sul-mato-grossense, após passar a fase classificatória na terceira colocação.

Nessa fase, o time Campo-grandense enfrentou o todo poderoso time do Águia Negra, de Rio brilhante que havia feito a melhor campanha entre os 12 colocados na fase anterior, quando conquistou 25 pontos ganhos e estava há nove jogos invicto.

Após o jogo, o que se viu foi uma maiúscula vitória dos comandados do técnico Bazílio Amaral que venceu pelo insofismável placar 2 x 0, revertendo a vantagem do time do interior e com o placar conseguido, a equipe poderá jogar por um empate ou podendo até mesmo perder por um gol de diferença.

Com a vantagem conquistada em campo, no elenco todos adotaram o antigo discurso, do qual faz coro o técnico Bazilio Amaral.

“Temos que manter os pés no chão, mesmo porque ainda não ganhamos nada ainda”, frase essa que ganhou eco durante os treinamentos do elenco do NOVO e todos admitem manter a mesma humildade.

TIME

Para o jogo deste domingo (9), em Rio Brilhante, o técnico Bazílio Amaral, ainda não tem o time definido. No entanto, o mesmo já descartou escalar uma equipe “fechada” tentando manter a vantagem conquistada na primeira partida.

Com esse pensamento, ele não descarta até mesmo a possibilidade de mandar a campo um time bem ofensivo, com três atacantes de oficio: Luan, Jeferson e Vilmar.

Para tanto, ele explicar que, “é necessário manter o time à frente, para evitar a pressão a ser empregada pelo adversário”, disse.

Outra dúvida também é na lateral direita, onde os jogadores Léo Colman e Cafú, disputam a posição.

A dúvida é em função tática. Léo Colman é mais marcador. É tipicamente lateral mesmo, enquanto que Cafú, é mais ala e ataca com mais frequência.

No entanto, todas as dúvidas serão sanadas durante os treinamentos táticos que estão sendo realizado no CT do clube.

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